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Hierarquicamente, o estudo das emoções positivas foi fixado como o primeiro pilar. Depois, em um plano mais geral, o estudo dos traços positivos, principalmente forças, virtudes, habilidades.

E em um terceiro pilar, Seligman deu ênfase ao estudo das instituições positivas, como democracia, família e liberdade como a base para um mundo melhor que possa abrigar pessoas mais felizes.

A análise mais detalhada, de cada um destes pilares, mostra os desafios e as dificuldades na criação de indicadores relevantes de medição. Desde seus primórdios, em 1970, a Psicologia Positiva vem agregando uma significativa diversidade de termos utilizados nos estudos sobre bem-estar subjetivo.

Felicidade, afeto positivo, estado de ânimo, estado de espírito, cognição, sentido de vida, autoaceitação, e tantas outras expressões ampliam o espectro de conceituação nesta área do conhecimento, mas, por outro lado, dificultam a homogeneização de parâmetros para medições efetivas.

As métricas do bem-estar subjetivo tem suas bases em estudos empíricos baseados em auto-relato. A questão mais relevante, segundo Sonja LYUBOMIRSKY é “como medir o grau em que uma pessoa é feliz ou infeliz”.

Equipe do SISTEMA PSICOQUEST

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Emoções positivas: métricas